Festas

Dia da Hégira
O ano islâmico começa com o dia da Hégira, no qual Maomé encetou sua jornada de Meca a Medina no ano 622. Nesse dia os muçulmanos xiitas também relembram o martírio de Hussein, neto do Profeta.
Dhu al-hijja
O último mês do calendário islâmico é o dhu al-hijja, no qual os fiéis praticam o hadj, ou peregrinação a Meca. Para esse fim os peregrinos cortam os cabelos e usam ihrams. Ao chegar, eles dão sete voltas ao redor da Caaba, começando pelo ângulo sudeste.

Id Mawlid
O aniversário do Profeta, no décimo segundo dia do terceiro mês, é celebrado com banquetes e distribuição de comida aos pobres. Nas cidade pode haver procissões, e as casas são enfeitadas.

Animais são sacrificados no Id al-Adha.Id al-Adha
A festa do Sacrifício, Id al-Adha, dura quatro dias e constitui o clímax da peregrinação a Meca. Os peregrinos sacrificam um animal numa aldeia chamada Mina, entre Arafat e Meca, simbolizando a disposição de Ibraim de sacrificar seu filho a Deus. Depois de um sermão e orações, um animal - ovelha ou cabra - é sacrificado. Parte da carne é doada aos pobres. Desta festa também participam fiéis que não estão em peregrinação.
Id al-Fitr
A festa de Id al-Fitr assinala a quebra do jejum ao final do ramada. Nesse momento de alegria, os fiéis agradecem por ter suportado o jejum. As ruas e edifícios são iluminados, doces são vendidos em feiras e bazares, trocam-se cartões e os fiéis dão presentes e dinheiro às crianças e aos pobres.
Laylat al-Bar'h
A Laylat al-Bar'h, ou Noite do Perdão, é celebrada no décimo quinto dia do oitavo mês. Deus determina o destino de cada pessoa para o ano seguinte. Os fiéis perdoam seus pecados mutuamente e passam a noite em oração
Laylat al-Qadr
A Noite do Poder, perto do final do mês do ramadã, relembra aquela em que o Corão foi revelado pela primeira vez a Maomé. Tal como ele, muitos muçulmanos passam a noite orando na mesquita.

Muharram
Jovem muçulmano xiita untado de sangue animal.No primeiro mês do calendário islâmico, os muçulmanos xiitas celebram a festa de Muharram, que dura dez dias. Freqüentemente é representada uma peça religiosa e procissões relembram a morte de Hussein, neto de Maomé, na batalha de Karbala, em 680. Alguns xiitas desfilam pelas ruas com o corpo untado de sangue animal, para simbolizar tristeza e pesar pelo sofrimento de Hussein.